sábado, 23 de janeiro de 2010

Jonah Rocks: O Pequeno Gênio da Bateria




Jonah tem 5 anos, começou a tocar bateria quando tinha 3 anos e meio. Ele não teve aulas, aprendeu a tocar assistindo bateristas no youtube.





Ele ama tocar System Of a Down, confiram o video dele tocando Toxicity!


domingo, 10 de janeiro de 2010

Sherlock Holmes,o filme


Sherlock Holmes, o detetive mais pop da ficção, se eterniza no cinema.


Talvez tenha sido meu primeiro contato com a literatura estrangeira: com um dos exemplares de Sherlock Holmes-escrito por Sir Arthur Conan Doyle- e, quiçá, comprado por R$ 7 em alguma banca de jornal de São Paulo. As histórias de mistério e aventura sempre me chamavam a atenção e me tornei fã .


Sem dúvida, esse é o longa metragem de maior sucesso sobre o tal.
O filme já faturou 251 milhões de dólares, de acordo com o Omelete.
Dirigido por Guy Richie, o elenco é hollywoodiano: Robert Downey Jr, Jude Law, Rachel McAdams e Mark Strong.

Estreou no Brasil em 08 de janeiro e no dia seguinte fui vê-lo...

Robert Downey Jr não é bem o Sherlock que se imagina...Nem cara de inglês ele tem. Jude Low caiu perfeitamente no papel de John Watson. Rachel MacAdams estava muito elegante como Irene Adler ( "paixão bandida" de Holmes) e Mark Strong interpretou muito bem o vilão da história.
Foi uma produção cara: efeitos especiais, bastante slow motion, cenário bem recriado do caos de Londres do século XIX, trilha sonora de Hans Zimmer e repleto de cenas de ação.

O longa não foi produzido para ser considerado um cult e sim um blockbuster e agradar ao público, e para isso, se utilizou de todos os recursos disponíveis para faturar bilheterias.
Apesar de Robert Downey Jr não se parecer fisicamente com o Sherlock descrito nos livros, ele interpretou brilhantemente o detetive. Foi sarcástico, sagaz, inteligente e muito carismático, pensando nesse aspecto... o Holmes perfeito! (melhor só se fosse interpretado por Johnny Depp).
A ironia esteve presente no filme do começo ao fim, se não gosta de suspense nem ação, terá umas gargalhadas garantidas. A atuação da dupla Holmes e Watson foi competente às histórias clássicas e um completou o outro sem se ofuscarem.

A trama aconteceu do desvendar de um crime que, supostamente, havia acabado, na primeira cena. O vilão Lord Blackwood sai de seu caixão e volta a cometer crimes. Hum.... Magia negra, seitas pagãs...Meio sobrenatural, não?

E a aventura vai se desenrolando, Holmes estuda cada movimento e mergulha, literalmente, em suas investigações. A obra dá uma pincelada num hobby do investigador, o box, e rende uma cena bem fight club. E no desfecho, toda a explicação. Nenhum detalhe fica de fora.

E atenção: Vai ter continuação, claro.
Minha avaliação: Nota 8.0
Comparo o filme com Piratas do Caribe pela produção, atuação e piadinhas sarcásticas. Certamente, quem gosta de Piratas vai gostar de Sherlock Holmes.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Boris Casoy ataca novamente

Mais uma para o currículo de Boris Casoy.
O jornalista dos bordões famosos será lembrado, também, pelo "comentário infeliz" que fez aos garis no último dia de 2009,no fim do Jornal da Band.



E depois se retratou aos telespectadores, no dia 01/01:



Que o Casoy é um homem de opinião forte, incisivo e polêmico eu sabia, mas fiquei chocada ao ouvir o que disse sobre os garis. Não senti ravia, não me indignei, apenas paralizei. Não tava acreditando no que tinha escutado: "... o mais baixo da escala do trabalho."

O trabalho dividido em escalas (certamente, a profissão de jornalista está no topo), os garis/coletores de lixo/quem faz a limpeza das ruas está onde? No mais baixo, mais abaixo que as garotas de programa, elas têm glamour. Mas discutir profissões não é meu propósito aqui, e sim fazer uma reflexão.
Provavelmente, Boris Casoy não estava em um de seus melhores dias: o último dia do ano, festas, estresse do trabalho...Tudo isso deixa uma pessoa cansada e de mau humor.

Se ponha na situação:
Em um dia cansativo, acabo de apresentar um telejornal em horário nobre, vejo dois lixeiros desejando um bom 2010 com suas vassouras....tsc.... Isso é uma vergonha!
Num país onde um partido dos trabalhadores é o governo, onde a taxa de analfabetização é acima dos 30% da população- vêm dois varredores de rua dar votos de felicidades... Não, chega!

É a opinião dele, todos somos livres, podemos falar o que pensamos. Se o âncora do Jornal da Band acha que ser gari é estar no mais baixo da escala do trabalho, o que se pode fazer? Exigir suas desculpas em público>em rede nacional. Você, leitor, acha que foi o suficiente?
Com certeza não... Essa foi mais uma gafe, se é que pode se chamar assim, que os brasileiros não vão esquecer( está entre os vídeos mais vistos no youtube desde o dia primeiro). Até mesmo os colegas de emissora lamentaram o ocorrido: Otávio Mesquita.

Nada a ver, mas a acidez do Boris, imediatamente, me lembrou um diálogo dos amigos Joaquim, Zezo e Pelé- do filme "Os Três Zuretas", quando Pelé diz que quer ser piloto de avião quando cerscer e o Zezo responde: -Onde já se viu: preto piloto de avião.- Não sei porque, só me lembrou.

E os dois empregados da limpeza pública? O que têm a dizer sobre isso? E a classe trabalhadora revoltada com a ofensa...
Ainda estou chocada com o termo usado por ele, o interlocutor de um telejornal.
Imaginem só os comentários que não são vazados, pessoal!
ahahah Se fodeu o cara, vai ter que se explicar com o povão, será que a Band vai tomar soluções drásticas?
Meus caros, o assunto é um dos mais comentados no momento, causou revolta e vergonha em muita gente. Realmente, foi falta de respeito. Os garis foram convidados pela produção da Band para uma vinhetinha de fim de ano e são ofendidos pelo apresentador ao vivo, tudo bem que não era a intenção escapar o áudio, mas aconteceu.
Essa vai para os anais da Tv brasileira.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Letra Comentada: Homenagem à Cássia Eller

A partir de agora o Miscelâneasqp, irá comentar letras de músicas semanalmente! Vamos estrear com uma homenagem a Cássia Eller, que neste mês de dezembro, completaria 47 anos e é também, infelizmente, o aniversário de 9 anos da morte dela.
Cássia foi uma das maiores vozes femininas que já tivemos, não só isso, como também uma das maiores presenças de palco, com sua personalidade marcante, expressiva e cativante!

São muitos os adjetivos que poderiam descrevê-la, mas se fosse para escolher apenas um, ficaríamos com o GRANDE! Esse faz jus a pessoa que ela foi.
Uma vez li em uma das biografias escritas sobre ela uma frase que cabe muito bem. Dizia o seguinte: " Quem a viu de perto, quem a ouviu cantar, sabe que Cássia Rejane Eller era simplemente a maior de todas."
É isso ai Cássia sentimos muito sua falta!




Escolhi duas letras a primeira para comentar é "Try a Little Tenderness", porque a versão que a Cássia fez para esta letra é simplesmente cativante. E a segunda é de brinde, a ótima participação que a Cássia fez no acústico da Rita Lee.
A música fala "try a little tenderness" fala sobre amor e as ansiedades da juventude, os medos que se tem quando é jovem, os pensamentos que assombram a cabeça de quase todo mundo quando o assunto é futuro, coisas que muitas vezes nem acontecerão.



Abaixo o clipe da música, parte do show três violões gravado no teatro Zampari! 




Luz del Fuego, no acústico Rita Lee. As duas rainhas do Rock brasileiro!